[31.10.05]

[Vota Brasil. Mas vê se deixa de ser grosso!]


Nos post passado, eu disse que nenhum serviço de corno se comparava aos passados pela minha mãe. Depois de uma profunda reflexão, percebi que o que eu escrevi foi uma injustiça sem tamanho. Para corrigir esse erro, sinto-me na obrigação de declarar que o maior serviço de corno que alguém pode realizar é ser mesário. E posso dizer isso com toda a propriedade, pois já fui mesária três vezes.

Para quem não está ligando o nome à pessoa, mesário é aquele pobre ser humano que, a cada dois anos, é obrigado pelo TRE a perder o seu domingo para trabalhar de graça nas eleições. Tá bom, tá bom, quase de graça. Pelo seu tempo e paciência perdidos, o coitado do mesário ganha um vale refeição no valor de R$ 8,00 (que não é aceito em nenhum lugar, só no Bob´s) e duas garrafas de água (quentes) para dividir com quatro pessoas durante as oito horas de trabalho. Além de vários desaforos de alguns infelizes que acham que você está lá ganhando os tubos para agüentar qualquer coisa.

Não há oportunidade melhor para perceber até onde vai a grosseria humana. As pessoas aproveitam para descontar em você toda a revolta contra a Justiça Eleitoral e o voto obrigatório que as fazem perder a preciosa farofada do domingo; contra os eleitores lesos que geram filas gigantescas; contra o zagueiro idiota do seu time que fez gol contra na final do campeonato e contra o filho da $*!@ do namorado que colocou chifre. E tome grosseria para cima do pobre mesário:

Eleitor: Onde é que fica a seção 54?
Eu: Desculpe, senhor, mas eu não sei informar.
Eleitor dos infernos: MAS VOCÊS TAMBÉM NÃO SABEM DE NADA! SEU SUPERIOR NÃO LHE ENSINA AS COISAS, NÃO? QUANTA INCOMPETÊNCIA!!!

Poxa, custava ser um pouco mais educado? Primeiro, eu não tenho a obrigação de saber onde ficam cada uma das 20 seções do meu prédio, é para isso que têm papéis indicativos colados nas paredes do colégio e nas portas das salas. Segundo, eu não trabalho para o TRE, portanto não tenho superior nenhum. E, mesmo que tivesse, tenho certeza de que ele não me ensinaria nada. Terceiro, não é só porque eu não sei dar a informação pedida que o estrupício tem o direito de ser estúpido comigo. E o que mais impressiona é que os homens (na maioria das vezes são espécies do sexo masculino) são tão valentes que não têm coragem de xingar na sua cara, eles simplesmente viram as costas e saem te esculhambando para todo mundo ouvir.

Mas não estou mais disposta a levar desaforo para casa! Por isso, eu e minha colega mesária resolvemos adotar o seguinte lema: “Quer ser grosso? Pois então vai levar em dobro!”. Eu disse, não me dê oportunidade de ser má porque eu não deixarei passar ;).

Eleitora monstro do pântano: VAI RÁPIDO, MINHA FILHA. TÔ COM GENTE ME ESPERANDO EM CASA! NÃO POSSO ME DAR AO LUXO DE FICAR PERDENDO TEMPO AQUI, NÃO!!
Minha colega mesária (procurando o nome da infiel lentamente, só para irritar): A senhora não ficou na fila até agora? Então pode ficar aí calminha que a senhora vai esperar o tempo necessário igual a todos os outros.
Eu (com o sorriso doce): E, sinceramente, eu pouco me importo se a senhora está com visitas. Eu não tenho nada a ver com isso, não dou a mínima. Aliás, eu quero é que se exploda!

E aí, vai encarar?

Ano que vem tem mais.



Por Lady Sith às [09:04]

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[29.10.05]

[Serviço de Corno]


"Alguma vez aconteceu de você estar lá na sua, trabalhando, e seu chefe pedir para você ir colocar algumas fichas em ordem alfabética? Você vai pensando que vai ser rapidinho (afinal, ele prometeu que seria) e vê que "algumas" eram 10 milhões de formulários acumulados desde 1500?
Algum professor seu já pediu trabalhos completamente inúteis como anotar as características de todos os tipos existentes de prego (e você pensando que só existia um mesmo) em uma loja de material de construção sem ar condicionado?
Alguma vez sua mãe pediu para você procurar uma receita de bolo de chocolate (e você pensando que bolo de chocolate nem tinha receita) no meio de um monte de papel velho que ia te causar uma puta duma alergia?
Se diante dessas situações, ao invés de colocar toda sua revolta para fora e dizer "PQP! Não faço isso nem a pau!!" você simplesmente fez cara de paisagem, foi lá e executou o trabalho, seja bem vindo: você já fez serviço de corno.
Por que serviço de corno? Porque todo castigo pra corno é pouco."

Como eu disse no primeiro post, antes de criar esse blog a única inovação internética a que eu tinha aderido foi o Orkut. Mas eu não criei apenas o perfil. Não, eu também brindei o Orkut com a linda, maravilhosa, absoluta, necessária e relevante comunidade "Serviço de Corno" . Esse texto aí em cima é a descrição da comunidade.

Eu já fiz muitos serviços de corno na vida. Aliás, as três situações expostas na descrição são SCs que eu já tive o (des)prazer de executar. Eles foram escolhidos para entrar na descrição entre todos os outros por conter duas características básicas do serviço de corno: sempre vem de muito e, invariavelmente, se mostram completamente desnecessários.

Tomemos a primeira situação. No meu antigo estágio me foi dada a tarefa de organizar alguns documentos (organizar coisas sempre é um serviço de corno). Eram correspondências e declarações de faturamento das lojas do shopping (sim, eu estagiei em um shopping). O detalhe é que o shopping tinha mais de 100 lojas. E as cartas eram de um período de 1995 a 2004. E eu tinha que separar por ano (lógico que elas estavam todas misturadas, senão não seria serviço de corno). E depois classificar por data. E, entre as de mesma data, colocar em ordem alfabética pelo nome das lojas. Deu para sentir o drama?

Outro serviço de corno que entrou para os anais (no bom sentido, claro) dos realizados por essa pessoa que vos escreve foi o famigerado "trabalho do Bompreço". Consistia em ir ao supermercado e anotar todos os tipos existentes dos seguintes produtos: biscoito recheado, sabão em pó, arroz e sabonete. Só que cada tamanho de embalagem devia ser considerado como um tipo diferente. E cada perfume esdrúxulo de sabonete - como seiva de pinho albino das florestas da Islândia - devia ser classificado à parte. E cada sabor estapafúrdio de biscoito recheado - como mousse de abacaxi com pedaços de maçã verde e chiclete de menta - também. E é claro que a loja não tinha ar condicionado. E, logicamente, estava fazendo uns 35 graus em Recife no dia. Eu nunca mais fui capaz de olhar para uma prateleira de biscoitos recheados da mesma maneira. E estou até hoje procurando a relevância deste trabalho para a minha vida acadêmica.

Mas nada, nada mesmo se compara com os trabalho passados pela minha querida mamãe. Estou lá, aproveitando meu sábado para lagartixar tranqüilamente no sofá da sala assistindo tv. De repente vem ela: "procura uma receita de mousse de chocolate pra mim" (sem interrogação. Não é uma pergunta, é uma ordem dada com uma inconfundível voz doce). Eu respondo: "tem uma no caderno de receitas da cozinha, não serve?". Ela: "Não, vi numa revista, é diferente, eu queria experimentar". Eu concordo, não adianta argumentar mesmo. Daí vem ela com a coleção de Manequins (uma revista da Editora Abril) construída mês a mês desde 1988. Eu (já arrependida de ter desistido sem lutar): "Você não tem idéia de qual revista tem essa receita?". Não, logicamente ela não tem. E eu procuro de uma por uma. E as revistas não estão organizadas por data. E a receita, obviamente, está em uma das últimas revistas do monte. E eu entrego a receita para a minha mãe. E ela analisa e diz: "ah, não vai dar para fazer. Eu não tenho essência de baunilha". E joga a revista de lado. Eu posso com uma coisa dessas?

"Organizar papéis? Nãaaaaaooooo!!!"



Por Lady Sith às [10:49]

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[28.10.05]

[Cansaço]


Estou cansada de sempre ter jogado de acordo com as regras e de ter feito tudo o que os outros esperavam que eu fizesse. Quanto mais você dá, mais eles exigem. Quanto mais expectativas atende, mais você gera.

Estou cansada de ouvir - dia sim, dia não - aquela conversa dos professores de que eu tenho que estabelecer uma meta para minha vida ("onde você quer estar daqui a cinco anos?") e traçar um plano de ação que me permita atingir o objetivo desejado no tempo estipulado. "Todas as pessoas de sucesso fazem isso", eles dizem. Sério? Não conheço ninguém que tenha feito. Vai ver não conheço nenhum pessoa de sucesso.

Estou cansada de ter um dia todo planejado, cheio de horários definidos que eu estou sempre correndo para cumprir.
Acordar às 5:00.
Andar na praia até às 6:00.
Sair de casa às 7:00.
Pegar o ônibus às 7:05 para chegar à faculdade às 7:50 (Oba! Dez minutos de conversa com os amigos).
Asistir aula das 8:00 às 9:40.
Enfrentar uma pequena maratona para chegar na empresa onde estagio.
Chegar às 10:20. O expediente só começa às 13:30, então dá para ficar estudando uma hora e meia na biblioteca.
Sair para almoçar às 11:50 (cinco minutos de caminhada, ainda dá para pegar o restaurante vazio).
Chegar na sala às 12:40 (checar e-mails e ver qualquer coisa na net).
Trabalhar de 13:30 às 17:30.
Sair e encontrar meu amigo/carona (se a gente sair cedo, conseguimos evitar o engarrafamento e ainda pegar um bom lugar no estacionamento).
Chegar na faculdade (novamente) às 18:00 (conversar com os amigos por 50 minutos até a aula começar).
Assistir aula das 18:50 às 20:30.
Eba, intervalo! Espero ansiosamente o dia inteiro para passar apenas 10 minutos ao lado dele.
Mais aula.
Sair às 22:00.
Chegar em casa às 22:40. Se eu engolir qualquer coisa e tomar banho bem rápido, talvez ainda consiga ter seis horas de sono. E amanhã começar tudo de novo.

Hoje eu não tive aula. Hoje eu perdi o ônibus da empresa. "Por que você não se apressou para pegá-lo?". Porque eu não queria ter que engolir meu café e sair esbaforida. Porque eu posso pegar dois ônibus de linha e chegar lá às 8:00 (ou seja, no horário). Ah, daqui a duas semanas termina o meu estágio. "O que você vai fazer depois? Já está procurando alguma coisa?". Não, não estou. Estou cansada.

Eu queria poder escapar dessa rotina que está me massacrando aos poucos. Eu queria ter o direito de não saber o que estarei fazendo daqui a um mês ou a um ano. Eu queria não ter que planejar todos os meus dias, pelo menos por um tempo. Uma semana, era tudo o que eu precisava. Uma mísera semana. Será que eu posso? Será que me deixam?


Por Lady Sith às [09:19]

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[27.10.05]

[Sobre o Mundo Azul]


Algumas coisas que todos devem saber sobre o Mundo Azul antes de fazer uma visita (e, quem sabe, decidir passar um tempo):

  • Aqui não existem 8,6 bilhões de cores, por mais que um comercial de televisão (e um desalentado garoto ;)) tente me convencer do contrário. Porque, neste mundo, as cores são mais do que um simples cálculo de computador;
  • Falsidade não é admitida de forma alguma. Pessoas que se fazem de amigas só para conseguir algo costumam ser banidas para sempre dos limites do território azul;
  • Gestos são mais importantes do que palavras. Nem todas as pessoas conseguem expressar bem seus sentimentos. Preste atenção se alguém se aproxima de você e fica só sentado ao seu lado, como um cachorro que se aninha perto do dono. No Mundo Azul isso pode significar um “eu te amo”;
  • Ninguém precisa estar feliz o tempo todo. Esqueça a obrigação de estar sempre sorridente, fazendo palhaçadas e contando piadas. O Mundo Azul é lugar de gente divertida, mas que sabe diferenciar o momento de brincar do de falar sério. E que tem o direito de estar chateado, triste ou de simplesmente ter acordado de ovo virado e não querer conversa;
  • Cada aparelho eletrônico tem a sua própria função. Computador não é lugar de ver filme e telefone celular não foi feito para tirar fotos;
  • Os habitantes deste território podem até não ser lá muito simpáticos, mas são educados. São o tipo de pessoa que dá bom dia (tarde ou noite), pedem licença e desculpa, não usam o fato de ter acordado de ovo virado como desculpa para ser grosso e não atravancam a porta de descida dos ônibus;
  • Os momentos de tranqüilidade são altamente valorizados. Todos precisam de pelo menos um minuto de isolamento por dia, sem barulho algum, só para poder esvaziar a cabeça. Esse minuto pode ser conseguido numa caminhada na praia, na cama pouco antes de dormir (ou ao acordar), sentado em qualquer lugar ao lado de alguém que se gosta ou nas reinações no banheiro (cada um sabe do lugar que lhe dá paz, oras :p);
  • A bobeira é permitida, valorizada e recomendada. Atitudes bobas são aquelas que você sabe que vão atrair olhares enviesados e reprovadores no meio da rua, mas um legítimo habitante do Mundo Azul não dá a mínima. Por isso, pode fazer careta para seus amigos, rir sozinho no ônibus por ter lembrado de algo engraçado, sair cantando pelas ruas da cidade ou fazer cenas romântico-clichês com o seu amado (a). Se você nunca fez nada disso, experimente.


Por Lady Sith às [10:21]

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[26.10.05]

[Porquês]


Caso ninguém tenha notado (acho meio impossível) o post de ontem foi simplesmente uma explicação do porquê eu superei meus preconceitos e resolvi criar um blog. O fato de escrever um texto inteiro só com uma explicação diz muito sobre mim.

Eu tenho essa necessidade enorme de explicar as coisas. Fico muito angustiada ao ver alguém franzindo a testa para algo que eu fiz ou falei. Quando isso acontece, começo a me explicar. Às vezes eu chego a me explicar antes de alguém não me entender (como ontem). E quando não tenho explicação para certas coisas – como não gostar de pudim de leite – começo a inventar e termino mais confundindo do que explicando. Acho que isso acontece porque não gosto de pensar que não estou sendo entendida pelos outros. Enfim, vou tentar parar de me explicar agora porque, daqui a pouco, vou começar a explicar porque preciso tanto me explicar e aí vai ser tanta explicação que eu vou terminar enchendo a paciência da pobre pessoa que se arriscar a ler esse texto.

Aliás, vou tentar não me explicar muito nesse blog. Será uma espécie de clínica de desintoxicação. Mas como nenhum tratamento pode começar de forma tão radical, vou explicar só mais duas coisinhas. São as últimas, eu juro. Quer dizer, eu tentarei ;).

Por que Mundo Azul?
O Mundo Azul é o meu mundinho particular. As coisas aqui são do jeito que eu acho que elas deveriam ser, e não como elas são. Aqui eu posso falar das minas teorias, idéias, gostos e lembranças. Aqui posso ser eu mesma e não ligar tanto para a opinião dos outros. E meu mundo particular é um lugar calmo e sereno, pelo menos na maior parte do tempo. E azul, assim como as paredes do meu quarto.

Quem é você, Lady Sith?
Quem assistiu a Star Wars – Episódio III deve lembrar dos lordes Sith. Eles são os Jedi que foram seduzidos pelo lado negro da Força. Eles resolveram chutar o pau da barraca e deixar para lá os preceitos Jedi de justiça, liberdade e auto-controle. Eles são malvados e têm pensamentos ruins e não vêem problema nenhum nisso.

Como os Sith, eu também sou um pouco tirana (“As coisas aqui são do jeito que eu acho que elas deveriam ser, e não como elas são”) e gosto de ser má. Mas não o tempo todo, só quando me dão uma boa razão para isso. E também não gosto de ser notada, então nada melhor do que uma identidade secreta. Tá, não é assim tãaaaao secreta porque qualquer pessoa que leia o perfil saberá que sou uma garota de 20 e poucos anos, me chamo Patrícia e moro no Recife. Mas ninguém sabe que sou uma bobalhona e que essa história de ser malvada é só fachada. Droga, já revelei meu segredo! :p
A pérfida Lady Sith.


Por Lady Sith às [07:14]

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[25.10.05]

[Blog, eu? Imagina!]


Eu sou uma pessoa muito à moda antiga, principalmente no que diz respeito a essas modernidades proporcionadas pela tecnologia. Não me sinto nem um pouco atraída por celulares com câmera e tocador de mp3, que medem a pressão arterial e a taxa de glicose, além de cantar, sapatear e fazer leituras dramáticas. Da mesma forma, não ligo a mínima para televisões que também são computadores, dvd players, babás eletrônicas e mini refrigeradores para cerveja.

Essa minha resistência a novidades também se estende a alguns serviços da internet. Eu não entendia como alguém podia ter um blog. Não me sentia nem um pouco atraída em escrever sobre a minha vida para um monte de gente que eu nem conheço ler. E depois ainda sair pentelhando os meus amigos para me deixarem um comentário, como se eles escreverem coisas do tipo “ah, legal essa história” fosse uma grande prova de amizade (e de que eles estavam lendo o danado do blog). A mesma coisa é o tal de fotolog (fotolist, flickr e derivados). Eu odeio tirar fotografias. Eu sou aquela pessoa que nas fotos em grupo está sempre na última fileira, invariavelmente escondida atrás de alguma cabeça. Então para quê eu iria querer um site cujo objetivo principal é publicar fotos? Principalmente fotos ao estilo Bob Flash com dizeres como “eu e minhas miguxas lindas no xou da Wanessa Camargo. Amu voxês demais!”? Definitivamente não faz o meu estilo.

A única coisa que eu me permiti fazer foi criar um perfil no Orkut. No começo eu adorava, entrava em várias comunidades, participava dos tópicos de discussão, achava interessantíssimo. Mas aí eu percebi que o que menos interessava aos outros no Orkut era participar de discussões. O que a maioria quer é demonstrar a sua sapientíssima opinião e xingar os outros que ousam pensar diferente (eita povinho facista!). Pronto, foi embora o único lugar da net onde eu ousava escrever. Onde mais eu poderia expor minhas opiniões e idéias? Oh, Deus, eu fiquei realmente muito perdida nessa época :p.

Eis que um dia eu encontrei três garotas divertidíssimas que têm um blog (atualmente, é um site próprio, veja que chique). Comecei a visitar todos os dias para ler o que elas escrevem sobre o dia a dia, cinema, música, livros ou bobagens (visite você também: http://www.garotasquedizemni.com). Era exatamente o que eu queria fazer. Foi aí que eu finalmente superei meu preconceito contra blogs e blogueiros e resolvi criar meu próprio “diário virtual”. Sabe de uma coisa, blogs não precisam ser um espaço de pessoas vaidosas ou carentes de atenção. Por isso, declaro oficialmente aberto o Mundo Azul. Espero que quem ler isso aqui (e não ficar com medo do tamanho dos textos :D) goste. Sejam bem-vindos!


Por Lady Sith às [13:10]

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